Eu tinha um amigo que me pedia para fazer as tarefas do curso de inglês. Eu não via muito sentido no cara freqüentar e pagar as aulas se não se dava ao trabalho de estudar em casa, mas como não me custava nada...
O texto ficou bacaninha, saiu no jornalzinho da Thomas Jefferson. Resolvi, então, mandar para o Jô Soares. De repente poderia servir de inspiração para uma crônica dele, que na época, tinha uma coluna semanal na Veja.
Passados uns 3 meses, quando eu já nem me lembrava mais, recebi um telefonema do Jô. A princípio pensei que fosse trote, até que ele mencionou que recebera minha carta. Eu não tinha comentado nem com a minha mãe que enviara o texto, então vi que era ele mesmo.
Ele pediu que eu mandasse um fax, autorizando-o a traduzir e publicar, reduzindo um pouco para se adequar ao espaço disponível na Veja.
Confesso que quando vi a edição, a dona vaidade me mandou um sorriso, por ver um texto meu na revista de maior circulação nacional.


Fantástico esse país! Eu adoraria viver nele, pois sou uma chocólatra assumida!!!
ResponderExcluirTodo mundo que lê este texto diz que é chocólatra!!! Imagine o estrago "na economia"....
ExcluirPois é, eu me junto a Edilene.
ResponderExcluir